quarta-feira, 28 de setembro de 2011

You Happy



Uma rapariga vê uma estrela cadente e faz um pedido…
Ela: Por favor, deixa ele ser feliz para o resto da vida dele.
Estrela: Da-me uma boa razão para que eu deva conceder o teu desejo.
Ela: Eu o amo.
Estrela: Por que tu não desejas que ele te ame de volta?
Ela: Porque eu não quero receber o amor dele por um desejo.

I Love you and i'm happy if and you are.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

I'm Happy Today

No dia de Hoje fiquei mesmo feliz.
Sorris-te para mim falas-te comigo, foi o melhor dia de sempre.
Fiquei maravilhada com o teu olhar terno e simpatico, com o teu sorriso simples e verdadeiro.
Como eu sabia tu és super simpatico e querido.
Ao menos já passou de telepatia de olhar para sorrisos de alguem conhecido. Se vai passar para mais algo?
Não sei só o futuro e o teu coração me dirá.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Once...

Ela tem olhos claros, cabelo loiro liso, uma pela branca, é perfeita aos nossos olhos.
Eu tenho olhos escuros, cabelo escuro aos cachos, sou morena não sou perfeita para ninguém.
A coisa que nos destingue: ela quer uma curte ou mostrar que tem um namorado; eu, quero algo que dure quero amar e ser amada.
 Mas tu, no meio de tantas raparigas como essas nem te apercebes que estou la, que fico vidrada em  ti mal te vejo.
Apenas, queria desaparecer porque a realidade é uma. Tu nunca irás reparar em mim por eu nao ser perfeita ou bela como as outras.
Um dia gostava de te conhecer mas na realidade esse dia só existe no meu Mundo. O mundo da fantasia onde o coraçao reina os meus sonhos. E nos meus sonhos, entras sempre TU!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Telepatia do Olhar++


Não sei onde te encontras, não sei que tipo de pessoa és mas desde à pouco tempo que noto que és diferente dos outros.
Basta-me olhar para ti para esquecer tudo que se passa à minha volta.
Ver-te todos os dias já me basta para ter um sorriso na cara.
Pode ser que um dia, talvez um dia falemos sem ser pela telepatia dos olhos.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Verbo Querer

Quero te olhar nos olhos e sem palavras te dizer o quanto te amo.
Quero que perfures a minha alma vazia com esse teu olhar profundo e cheio de mistérios.
Quero te ouvir a sussurrar aos meus ouvidos e sentir a melodia das tuas palavras tomar conta do meu espírito leve.
Quero que me abraçasses e deixes no teu toque força para quebrar com a minha fragilidade

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Arrependido

O vento sopra lá fora com tanta força que consigo ouvir o seu ruído aqui bem de perto. A sua força é extrema que perfura todos os buracos e chega até mim gélido e rigoroso, estremecendo o meu corpo frágil. A roupa que trago vestida não chega para me proteger contra este vento horroroso. Então mais uma vez desejo-te, para que estivesses aqui e que cobrisses com os teus braços robustos e fortes e que tu me protegesses.
      
Por mais que me mentalize que nunca virás, a cabeça entra em guerra como coração, porque quer seguir em frente e para isso precisa de levar o coração com ele. O meu corpo não pode seguir em frente deixando para trás o coração e a alma.
O tempo vai passando e são muitos os ventos que gelam o meu corpo e outras tantas chuvas que ainda mais me humedecem a cara.
Apoderado pelo frio o meu corpo fica morto balançando nas águas, deixando-se levar pela corrente.
Não sei onde estou, não sei o que faço aqui, não sei o que quero, não sei se te amo, só sei que vivo uma vida sem lógica e sentido. Vida essa melancólica e monótona, onde a felicidade já existiu, mas agora só existe saudade e arrependimento de um dia ter te amado.
Posso ter sido feliz contigo, mas esses momentos felizes não equivalem nem apaziguam estes momentos menos bons e solitários.




domingo, 18 de setembro de 2011

Ilusão Oculta


 De braços esticados e com as mãos nos bolsos de trás, sentia o mundo a ecoar no meus ouvidos enquanto apreciava o cair da noite.

 As saudades das entrelinhas entusiasmavam o meu corpo e a felicidade, há muito adormecida, despertara novamente num sorriso subtilmente rasgado.

 A fraqueza provocada pelo desespero dera agora lugar a um renovado apetite de te desejar por completo, de te possuir o corpo e desfrutar da alma.

 Elegante, Inconsciente e habilidosamente conquistavas a minha consciência e invadias o meu subconsciente. Mergulhavas a minha cabeça em mares de sonhos e afundavas-me em perdições. Oxigenavas-me o sangue de lembranças e sufocavas-me de novas ilusões.

 De braços esticados e de corpo estendido agora no chão, saboreava o suspiro de felicidade que se acentuava no coração, matando-me aos poucos disfarçando a ilusão que o constituia.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Contraste

Escrito em: 10/06

És tão diferente de mim, que estranhamente essa diferença me atrai.

Então aí estás tu, com esse teu ar de rapaz despreocupado, confiante e rebelde caminhando com o teu andar inconfundível que te caracteriza, contrastando com o meu espírito oposto ao teu.

Sempre foste louco, e admiro-te por isso. Estupidamente, essa tua loucura latente deu á minha alma um conforto e uma segurança desconhecida a que eu não estava habituada.
E ontem voltei a sentir esse estado, quando por momentos se reavivou tudo na minha alma, quando essa tua loucura voltou a tocar-me no meu interior. Foi tudo muito rápido, foram meros segundos ou instantes, mas foi intenso, falando da minha parte. Foi um beijo pouco demorado e louco, louco porque para além de quebrar esta minha saudade pôs em questão o meu sentimento que eu pensava que estava a morrer com o passar do vento.

Este nosso acto louco pode nos ter aproximado mais ou mesmo afastado. Pode ter sido um impulso do sentimento que ainda predomina em nós ou então o “último beijo”, o beijo que termina esta nossa história. História essa que se calhar já está mais que acabada, mas eu sou ingénua demais e continuo a iludir-me.


terça-feira, 13 de setembro de 2011

Ex*pired

Ontem roubaste à minha cara os traços de espanto. Contaste e encantaste-me com mentiras pressupostas. Fintas-te o meu coração como bem querias e te apetecia. Fui alimentando a tua farsa, essa tua canção para os meus ouvidos. Falaste, diabolaste mais coisa menos coisa. Percebi que não aprecio coincidências, que desgosto de esquemas e odeio teres voltado. Recomendo com toda a sinceridade para pegares na velha ganza e fumares umas tantas e não voltares a baralhar-me o sistema. És ex e não te vou tirar o prefixo por muitas tretas que desabafes.
Sinto a trair-me a mim própria só por pensar nesta merda. E a conclusão que tiro desta manha é que a maioria dos cabrões voltam sempre, nos momentos mais inoportunos e nunca mas nunca quando queremos. Nesta altura, um conselho, atravessem-lhe com a porta na cara.


Já agora diz-lhe que Ex para ti significa Expired :)



Game

-Eu não tenho medo dela, só não estou disposta a fazer isso apenas para podermos dizer que o fizemos. E não o vou fazer se a primeira coisa que dizes a seguir é "não contes a ninguém". Se te vês obrigado a manter segredo em relação a qualquer coisa, nem a deves fazer.
-Mas nas primeiras vezes não te importavas.
-Sim, aceitei as tuas regras joguei o teu jogo mas isto agora não é o mesmo.
-Como assim?
-Eu já não ando a jogar, inconscientemente entrei em guerra comigo mesma.
-Porquê?
-É fingir para mim mesma que isto são comportamentos do quotidiano e não uma clara contravenção das regras.
-De que estás a falar?
-Estar contigo já não é apenas estar, é amar. É game over.
-Deixa de tretas, tens sempre a mania de complicar. Esquece isso, esquece ela e fá-lo comigo.
-Esquecer é o que faço em cada gesto que te beijo, mas mesmo assim continuas a amar a ela. E não vale a pena louvar breves enganos.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Rua

Vou-me deixar de grandes tretas e sentimentos fofinhos. Vou optar pelo arrojado e subordinado. Vou falhar a direito e a perfeito, falhar a bem e falhar outra vez. Porque ao final das contas é nos erros que esboço um sorriso e no amor que desvaneio em lágrimas. As questões e a utilidade esperada que fiquem para o subconsciente agora é falhar no consciente ao longo dessa rua.

domingo, 11 de setembro de 2011

Olhar

Em clima de dualidades ando a fintar-te com o olhar. Mas a bebida consome-te a consciência e o fumo consome-te os olhos. Perdes-te no paraíso falso que a moca te vai levando. Olho te outra vez. Estás fraco e já não és tu nesse corpo. Agora és uma figura robotica que responde às ordens dos vícios que te vão sugando por dentro. Volto a olhar-te. Os teus olhos de lince afundaram-se e eu só queria que percebesses os meus. Era só um beijo que te incitava.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Dar

Um beijo guardou tudo e partilhou tudo com essa tua alma pobre. Dei tudo o que à muito sustentava no meu coração. Agora é teu e faz dele o que quiseres, porque o amor é para se dar meu bem.




quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Agradável

-Amo-te pita.
-És um agradável mentiroso.
-Sou verdadeiro quando te digo que me és muito.
-E quando é que estiveste comigo completamente sóbrio para eu saber se isso não são palavras roubadas à erva?


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Um de dois

Um convite impertinente para ir ao cinema. Um filme a dois e dois bilhetes para dois. Dois lugares lado a lado e olhares envergonhados sobrepostos no escuro da sala. A mão trémula à procura da outra mão. Um pensamento indeciso se lhe toca ou não. Um pé perdido sólido ao chão. Um toque simples nos dedos dela. O coração curioso à procura de uma saída pelo peito. A boca seca e mil e dois pensamentos a passar pelo consciente. Mãos dadas e um aproximar dos corpos. O calor a subir e fluir pelos poros. Um beijo pelo pescoço a ascender a timidez. Um beijo nos lábios. E dois lugares, duas pessoas e agora uma cadeira vazia onde na outra amam-se dois corpos.

domingo, 4 de setembro de 2011

Tripas Coração

É o degradante sentimento que nem à alma se conta. Sobressai nos olhos e esconde-se nas linhas da boca. Apudrece e apodera-se de nós assim mesmo. Degradante alma que te consome e que revitaliza o ter ser quando correspondido. Amor, sentimento imperceptível e confuso para as mentes de quem pensa com o coração. Racional quem faz de mente coração. Faz tripas coração, já o meu avô dizia.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Fatigado

Já me esqueci do número de degraus da tua casa, do cheiro que vinha da tua cozinha e a disposição em que estava o teu quarto. Hoje dizes-me que os móveis mudaram-se de sítio por cortesia. Á noite focada na imaginação descubro o modo como guardas o quarto. Relembro-me como te afagas nos lençóis e como pousas a cabeça na almofada. Depois com discrição roubo-te os lençóis e resgato um pedaço da cama que ainda está vazia, porque penso que esse lugar ainda está reservado ao meu corpo. Mais próximo e cada vez mais próximo junto-me ao cheiro do teu corpo. Levanto o indicador e desde a testa passado pelo nariz e chegando a boca delineio todas as tuas linhas. Agora pensando bem nada está esquecido, está promenorizado, arduamente fatigado.

Ligo-lhe

Eram 6 da tarde. Estava sentada no café habitual. Entre um cigarro e outro e mais dois dedos de conversa o tempo ia passando. Não tinha pressa. Eram 8 da noite e já estava em casa. Ligo a música, tomo banho, preparo o jantar. Troco o cd. Abro a janela da varanda. Desço para o jardim e deito-me na rede. Há estrelas hoje. Acendo o cigarro. Penso. Ligo-lhe.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Íngreme Estrada

Era a cidade que nós conhecemos. Entardeceu a noite e ela escondeu todas as nossas esquinas calorosas sobre as luzes controversas. A cidade reduzia-se e enquadrava-se no vidro do meu carro e ia correndo a km/h. A estrada é justa, insegura e temida, e o carro perde-se nos medos da alta velocidade. Os meus pensamentos fugem como o banco do carro foge do meu assento. Coloco firmes os pés ao chão e resistentes as mãos na porta. Luto com o cinto de segurança pela minha sobrevivência, luto por viver mais uma esquina da nossa cidade.

Our Days

Quero os nossos dias como o brilho dos teus olhos, quero a nossa vida com a tua beleza, quero todos os dias repletos de vitórias ++