Não nego que me pergunto por ti. Pergunto-me por onde andas, em que lado da cama dormes, onde vagueiam essas tuas mãos e em que lugar os teus olhos se perdem. É nesta linha que o amor naufragou e na mesma linha ainda o cais espera por ti. É pertinente e corrupto este desejo submisso em te ter. Egoísta da minha parte. Cabeça oca e coração sem miolos.
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